Nomeie as automações: troque o número (como "Automação #384890") por um título claro, do tipo "CRM para Criar cliente no CustomerX".
Use Grupos: separe por tema (Onboarding, Financeiro, Suporte) para achar rápido.
Uma automação, um objetivo: fluxos enxutos são mais fáceis de testar e corrigir do que um fluxo que tenta fazer tudo.
A conexão concede acesso de leitura e escrita à sua conta naquele app. Trate-a como credencial sensível.
Prefira contas de serviço, e não a conta pessoal de alguém, para a integração não quebrar quando uma pessoa sai da empresa.
Revise periodicamente as conexões na aba Apps e remova as que não estão em uso.
Não compartilhe chaves de API em conversas, prints ou documentos abertos.
Case por identificador estável (e-mail, CNPJ, ID externo) para não duplicar clientes e contatos.
Confira formatos de data, moeda e telefone entre os apps antes de ativar.
Não invente valor: se a origem não manda um dado, deixe em branco ou use um padrão consciente. Campo preenchido no chute polui a base.
Loops: cuidado com automações que gravam em A, disparam outra que grava em B, que dispara a primeira de novo. Isso gera ciclo e queima transação.
Spam de execução: filtre na origem para a automação rodar só nos casos relevantes.
Teste sempre: nenhuma automação vai para produção sem passar pelo botão Teste.
Gatilho certo e na conexão certa?
Ação grava na entidade certa do CustomerX?
Campos obrigatórios mapeados e formatos conferidos?
Teste rodou e o registro entrou correto no destino?
Nome e grupo definidos?
Se algo não funcionar, vá para Solução de problemas e FAQ.
Solução de problemas e FAQ
O que checar quando uma automação não funciona como esperado, e as dúvidas mais comuns sobre o CX Connect.
Transações e limites do plano
O que conta como transação no CX Connect e como não estourar a cota mensal do seu plano.